Portugal é um país singular. Tanto pelas inúmeras coisas boas, como pelas más.
Somos sempre apanhados desprevenidos pelos incêndios, no verão e pelas cheias, no final do inverno.
A razão é muito simples. Não existe planeamento. Nunca há preparação a longo prazo. E todos sabemos o porquê: as eleições são de 4 em 4 anos, e como tal, não se pode ver a longo prazo.
Nesta época de dificuldade, de dor, devemos pensar no que fazer e como fazer, mas nunca esquecendo que os responsáveis são aqueles que nos últimos 30 anos não conseguiram, ou não quiseram, pensar em soluções para deixarmos de ser apanhados desprevenidos.
Abreijos
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